Nome: Glaucea Sonsin Rigolin

n°: 18

Série: 2° Colegial

Matéria: Física

Professor: Irval

Layout por Glaucea



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INTRODUÇÃO

Nós temos um sistema de visão muito complexo
e para vermos e percebemos as coisas precisamos
de todo mecanismo e funcionalidade da visão e do cérebro
de forma correta, para que não haja engano.



- Postado por: Glaucea às 21h25


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O OLHO HUMANO

As principais partes do olho humano são:
A córnea: é a parte da frente do olho, onde
vemos o branco do olho e a íris. A córnea normal
 é transparente e esférica. 
  
O cristalino: é uma lente gelatinosa, elástica
 e convergente que focaliza a luz que entra no olho,
formando imagens na retina. A distância focal do cristalino
é modificada por movimentos de um anel de músculos, os
 músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos
próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho
 à distância do objeto.
A convergência correta do cristalino faz com que a
imagem de um objeto, formada na retina, fique nítida
 e bem definida. Se for maior ou menor que a necessária, a
imagem fica fora de foco, como se costuma dizer. A imagem é
real e invertida mas isso não tem importância já que todas as
imagens também são invertidas e o cérebro se adapta a isso desde
 o nascimento.


A íris: é aquela parte circular que dá a cor do olho. É opaca
mas tem uma abertura central, a PUPILA, por onde entra a luz.
O diâmetro da pupila varia automaticamente com a intensidade da
luz ambiente: no claro ela é estreita e no escuro se dilata. Seu
diâmetro pode passar de 2 mm a 8 mm, aproximadamente.

Na posição de onde sai o nervo ótico fica o chamado ponto cego.
 Nesse ponto não existem cones nem bastonetes e uma imagem que se
 forme sobre ele não é vista.

 



- Postado por: Glaucea às 21h24


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DEFEITOS DA VISÃO

Os defeitos (não são doenças) mais comuns da visão humana são:
 
A miopia: um míope não consegue ver objetos distantes com
nitidez porque as imagens desses objetos formam-se antes da
retina. Isso acontece por excesso de curvatura no cristalino
ou na córnea, ou nos dois, ou ainda por um excessivo alongamento
do globo ocular. Para corrigir a miopia são usadas lentes divergentes
 que deslocam as imagens um pouco mais para trás. 

  

A hipermetropia: um hipermétrope não consegue ver objetos próximos
 com nitidez porque as imagens desses objetos se formam atrás
 da retina. Isso acontece, geralmente, porque o cristalino não
 consegue se acomodar, isto é, atingir a convergência necessária
 para focalizar essas imagens na retina.
Praticamente todo mundo fica nessa condição a partir da meia
idade pois os músculos ciliares vão perdendo a elasticidade. Nesse
caso, o defeito costuma ser chamado de presbiopia. Para corrigir a
 hipermetropia ou presbiopia usam-se lentes convergentes que deslocam
 as imagens um pouco mais para frente.

O astigmatismo: é um pouco mais complicado de descrever.
 Normalmente, a córnea é uma superfície esférica, com a mesma
 curvatura em todas as direções. Se, no entanto, ela se achata
em alguma direção as imagens na retina ficam desfocadas nessa direção.
Faça o seguinte teste: feche um dos olhos e olhe para uma luz distante,
 à noite. Pode ser uma lâmpada ao longe ou uma estrela. Se você consegue
 ver um ponto de luz mais ou menos circular, tudo bem. Se o que vê é uma
forma alongada em alguma direção, você provavelmente tem astigmatismo.  

 



- Postado por: Glaucea às 21h23


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VISÃO BINOCULAR

O que um olho vê é sempre um pouco diferente do que o outro olho vê.
Essa diferença contribui para que a gente veja os objetos em três
 dimensões, apesar das imagens na retina serem planas. O cérebro
 leva em conta as diferenças entre as imagens e se encarrega de
"fundí-las" em uma imagem única estereoscópica, isto é, tridimensional.
 Ninguém sabe direito como o cérebro faz isso. Provavelmente, a
 tensão sobre os músculos ciliares tem alguma influência.
É possível simular a visão estereoscópica com pares de figuras que
mostram o que se vê com cada olho. Recentemente, livros com esse
 tipo de figuras foram um grande sucesso de vendas. Nem todo mundo
consegue ver o efeito desejado mas vale a pena tentar.


 



- Postado por: Glaucea às 21h20


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COMO OLHAR UMA FOTOGRAFIA

Uma fotografia é uma representação plana, bidimensional,
de um objeto tridimensional. Quando a olhamos com os dois
olhos vemos uma imagem sem relevo. Entretanto, é possível
 recuperar, pelo menos em parte, o efeito estereoscópico.
Para isso, é necessário:
1) Olhar a fotografia com apenas um olho.
2) Colocá-la a uma distância conveniente.

A distância conveniente é, aproximadamente, a distância
 focal da lente da câmera que captou a fotografia. Acontece
que essa distância é muito curta e um olho normal não consegue
focalizar objetos mais próximos que uns 25 centímetros.

Mas, um míope consegue. Se você é míope faça esse teste.
Tire os óculos, feche um dos olhos e aproxime o outro olho
 da fotografia (de preferência, uma paisagem). Você verá a
imagem com um relevo tridimensional bem satisfatório. Eis
aí uma vantagem de ser míope! Outra vantagem é achar as pessoas
 mais bonitas do que realmente são.

E quem não é míope? Uma pessoa de visão normal pode conseguir
o mesmo efeito usando uma lupa, ou lente de aumento. Olhando
a fotografia com um olho só, através da lupa, a imagem adquire
 relevo. Experimente.
 



- Postado por: Glaucea às 21h20


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ILUSÕES DE ÓTICA

Se você leu NÃO PARE NA PISTA no cartaz a
baixo é melhor olhar de novo. Tem gente que
 olha várias vezes e não vê onde está o erro.
 Teste com seus amigos. Esse fenômeno deve-se a
 uma mania muito comum de ver os padrões globalmente,
 sem notar os detalhes. Os psicólogos chamam isso de
 Gestalt. Vamos mostrar outras ilusões que achamos
interessantes e tentar explicá-las, quando possível.

Comecemos por uma bem simples. Os três
círculos pretos têm o mesmo raio. Olhe a figura
de uma distância de 2 a 3 metros e diga quantos
círculos pretos iguais a esses cabem no intervalo entre
 o círculo de baixo e um dos de cima.
Quatro? Cinco?

Na verdade, só cabem três círculos pretos
entre o de baixo e um dos de cima. Você pode
comprovar isso com uma régua.

Acontece que, para nossos olhos, imagens de objetos escuros
 parecem menores que imagens claras. Por efeitos de difração
 e de aberração esférica os contornos das imagens claras são
cercados por franjas claras, aumentando suas dimensões na retina.

Nas figuras abaixo é difícil crer que as curvas
são círculos concêntricos. Para se convencer disso siga
uma delas com a ponta de um lápis.
Não há uma explicação simples para esses efeitos. Algumas
 teorias dizem que dependem dos movimentos involuntários dos
músculos ciliares, associados à confusão criada pelo fundo das
figuras.

 



- Postado por: Glaucea às 21h18


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CONCLUSÃO

Percebemos que nossos olhos são os instrumentos excenciais
para vermos as coisas reais, mas de vez em quando se juntam
ao nosso cérebro e nos enganam. Sabendo dissa muitas vezes
podemos imaginar ter visto alguma coisa  ou mesmo não perceber
as coisas que vemos, é o que chamamos ilusão de ótica.



- Postado por: Glaucea às 21h12


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*Esse layout é uma criação exclusiva de Glaucea Rigolin*